Quinta-feira, 23 de Setembro de 2010

Britney's Glee

Ai meu Deus.... eu tenho que ver!!!!
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Dobrado Por Henrique Haddefinir às 02:47
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Segunda-feira, 6 de Setembro de 2010

Glee on Springfield

Esses ai, segundo a Fox seriam a Rachel, o Finn e a Mercedes da série Glee, que acabam de virar personagens dos Simpsons. Num dos episódios da nova temporada, Lisa vai conhecê-los. O episódio provavelmente vai fazer um monte de piadas com a série, portanto estará imperdível.

Thanks: Monique Bonfim

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Dobrado Por Henrique Haddefinir às 23:04
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Domingo, 29 de Agosto de 2010

Coadjuvantes que Amamos

 

 

“Monstro de Fumaça”

No impressionante episódio piloto de Lost, um grupo de pessoas se via isolado numa ilha depois de um acidente de avião. O lugar, paradisíaco, revela logo na sua primeira noite, barulhos estranhos vindos da mata fechada. Durante a primeira temporada o barulho vinha o tempo todo seguido de árvores sendo arrancadas e pessoas sendo arrastadas. O Monstro de Fumaça apareceu como ficou conhecido na temporada seguinte, e fixou sua importância na série depois que tornou-se o improvável protagonista da última temporada. É sem dúvida uma das presenças indiretas mais ambíguas dos últimos tempos numa série. Foi alvo vencedor de todas as especulações possíveis sobre sua existência e a revelação de sua origem foi um dos pontos mais controversos do fim da série. Adoro o monstro de fumaça!

 

 

“Paris Geller”

A invocada Paris, vivida de modo perfeito por Liza Weil, apareceu logo no início da já cancelada Gilmore Girls. Surgida pra ser a antagonista de Rory, era ao mesmo tempo, uma versão perturbadora dela. Era um daqueles personagens deliciosos que garantem momentos hilários e tem um código de conduta próprio que torna-se irresistível pra qualquer roteirista. A Karen de Will & Grace é um outro bom exemplo disso. Paris aos poucos foi se tornando amiga de Rory, mas sua posição de poder, opressão e insensibilidade continuaram por toda a série. Detalhes a respeito da personagem foram lançados durante os anos (como as aparições da babá que lhe criou), mas mesmo com a falta de profundidade nessa abordagem, Paris é uma das criações mais completas do mundo das séries. Suas manias, exageros e surtos sempre foram dignos de prêmio.

“Taylor Towsend”

Na terceira temporada de The OC os roteiristas precisavam de uma presença que ajudasse na expulsão de Marissa do colégio para que ela pudesse ir parar numa escola pública, onde conheceria Johnny. Para contracenar e armar com o personagem de Eric Mabius (famoso por ter vivido o chefe de Ugly Betty), foi criada então a Taylor. Uma loirinha nada popular na escola e que daria tudo para tirar o lugar de Marissa. A criação da personagem era tão desimportante, já que seria uma escada apenas, que um dos roteiristas assistentes é que ficou responsável por seu nascimento. Taylor estaria em apenas alguns episódio, mas o período em que sua função primordial terminou coincidiu exatamente com o cansaço da audiência e a perda de prestígio da série. Ao mesmo tempo, Summer e Seth precisavam de um conflito e então foi mais barato e prático transferir as intenções de Taylor pra destruir o casal. Com o intuito de aliviar o excesso de drama, Taylor foi ganhando frescores em seu texto e a ótima Autumn Reeser entendeu isso, fazendo com que a personagem fosse tornando-se cada dia mais interessante. Veio então a saída de Mischa Barton e mais uma vez, após reconhecer o apelo de Taylor com o público, os roteiristas resolveram apostar nela para a difícil quarta temporada. O resultado? A personagem salvou a última temporada do martírio. Sua força cômica era tão especial que empurrou a série para fora do poço de lama dramática onde havia sido jogada e influenciou toda a sua trajetória restante. Taylor ganhou a chance de conquistar o durão Ryan e não fez feio. Tornou-se grande amiga de Summer e protagonizou momentos imperdíveis, cheios de um humor sofisticado que poucas vezes se vê numa série. É um personagem dos mais especiais já criados sem querer e sem esperar.

“Abby Morgan”

Na primeira e aclamada primeira temporada de Dawson’s Creek, o criador Kevin Willianson, ainda na proposta de inspirar-se em filmes para escrever os episódios, quis fazer um que se baseava no longa O Clube dos Cinco, sobre cinco jovens presos na biblioteca da escola numa detenção. Nenhum deles sabe porque o outro está ali. É um clássico dos anos 80. Na versão Dawson’s Creek ele decidiu que precisava de uma provocadora e o elenco principal era formado por apenas quatro atores. Surgiu então Abby Morgan, um demônio de língua afiada que ainda tinha como souvenir os olhos enormes e firmes de sua intérprete, Monica Keena. Abby só voltou a aparecer na segunda e não menos aclamada temporada. Veio para servir de alimento para o momento de auto-destruição de Jen. E não poupou esforços. Durante essa temporada, Abby feriu, magoou e infernizou todos a sua volta, com comentários tão ácidos e inadequados que beiravam o cômico. O criador Kevin Williansom tinha o compromisso de quebrar expectativas pré-determinadas com a série e resolveu então matar Abby, numa cena intensa e chocante. O episódio seguinte ao de sua morte é um dos marcos na história da TV. Nunca nenhuma série adolescente falou de morte de modo tão eficiente. O discurso de Jen no funeral é uma aula de roteiro e a presença de Abby na série, apesar de curta, foi tão marcante que até hoje podemos encontrar sites e comunidades dedicadas a ela.

"Burt Hummel"
Ele é o pai mais amado da comunidade gay! Mike O'Malley vive na série Glee o pai do personagem homossexual mais afetado da TV americana. Era de se esperar que a série, íntima dos clichês das produções adolescentes, e também criada por um homossexual assumido, fosse abordar essas questões trabalhando com a idéia de um pai totalmente distante do mundo do filho. Mas eis que no quarto episódio da primeira temporada, somos surpreendidos com uma postura inesperada do papai Hummel. As cenas de entendimento entre o pai machão e o filho gay são de emocionar qualquer coração de pedra e nem chego a mencionar o quanto Mike é bonitão. Recentemente ele ganhou um prêmio importante da crítica americana pelo papel e seu carisma foi tanto que Ryan Murphy prometeu muito mais dele na temporada que se aproxima.

Na próxima edição: Ugly Naked Guy, Jack and Karen, Mr. Big, Gina, Six e outros que eu me lembre até lá.

Dobrado Por Henrique Haddefinir às 23:59
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Quinta-feira, 26 de Agosto de 2010

Britney and Brittany

Editora Globo

 

O tão esperado episódio de Glee com as músicas de Britneyda vai ser incrível. Vamos ter a própria Britney fazendo uma versão de seu clipe com Madonna ao lado da burrilda da Brittany. Imperdível!!

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Dobrado Por Henrique Haddefinir às 19:45
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Quarta-feira, 16 de Junho de 2010

Glee Season Finale

Glee terminou já faz um tempinho, mas para mim só terminou essa semana, quando consegui baixar o episódio final e assistir. Foi à altura da série, com um medley de Journey e uma versão de Bohemian Rhapsody, do Queen, de arrepiar. A série terminou sem muitas surpresas, com excessão da participação de Sue na permanência do clube na escola. Muitos blogs estão comentando os perigos de uma segunda temporada, já que o formato não é infalível e pode se desgastar. A série têm três anos garantidos, que correspondem aos três anos do High School. Não imagina-se a série numa configuração universitária. Então o que fazer?

 

Sem dúvida Glee tornou-se uma das coisas mais bacanas na TV atual. Têm humor, transgressão, ótimos números e uma atenção muito honesta à música pop. Espera-se que a próxima temporada traga episódios centrados em Britney ou Michael Jackson (os direitos de suas canções são complicadíssimos), mas sem dúvida essa despedida foi muito tocante e comovente.

 

Abaixo, o vídeo com o pessoal do Vocal Adrenaline, concorrentes do New Directions, arrasando nessa versão louca e perfeitamente editada do Queen.

 

 

 

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Dobrado Por Henrique Haddefinir às 17:14
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Quinta-feira, 10 de Junho de 2010

Discurso de Poeira

Voltando do meu interlúdio acadêmico, para comentar, entre outras coisas, o show de TM Stevens que eu fui assistir aqui no nosso precioso Festival de Jazz & Blues de Rio das Ostras. Tarde ensolarada, friozinho, palco em cima das pedras, nada mais perfeito. Sobe ao palco esse negão discreto e começa a fazer um som que anima pra valer. Na metade do show ele começa a conversar com uns jovens da fila da frente e num discurso presunçoso, termina mandando Lady Gaga pras cucuias, pedindo que as pessoas ouçam o que ele chama de real music. Vieram as palmas, claro. Imagina uma platéia de um festival de Jazz ouvindo o cantor falar mal da Lady Gaga? É reafirmação de inteligência soltando pelos poros. Eu achei engraçado. Ele se comunica muito bem com seu público. Mas uns minutos depois...

 

T. M. Stevens
... eu comecei e perceber uma coisa: a canção seguinte passou vinte minutos mandando as pessoas "mexerem a bunda". E ele no palco, obrigou todos os seus integrantes e ajudantes de Staff a mexerem a bunda também. E pesando bem, em uma hora e meia de show, ele deve ter cantado cinco músicas, já que todas elas tinham introduções imensas e meia-dúzia de frases. O motivo disso? Como ele ia mostrar o quanto todos eles sabiam fazer real music? Fazendo solos intermináveis!!

 

Comecei a achar aquilo tudo um embuste. Quando um artista começa a não entender que a diversidade musical é tão importante quanto todas as outras diversidades, é porque alguma coisa está errada. Lady Gaga não é uma das minhas prediletas, mas parto do princípio básico que ela faz música pra dançar e o povo que curte boate, tem o direito de ter seus ídolos. A partir do momento que ele correlaciona gostar de Lady Gaga a não ter inteligência musical, ele radicaliza um conceito que sinceramente, não merece minha admiração. Tenho horror a gente que acha que suas preferências refletem uma superioridade intelectual. Por isso que odeio Ed Motta. Acho que o mundo precisa de toda e qualquer manifestação de diversidade e por mais que eu odeie coisas como o Funk e o Pagode, respeito totalmente seu direito de existir na nossa cultura. Até porque sabemos que as cobras são venenosas, mas entendemos também que elas precisam estar ali para manter o equilíbrio ambiental.

 

Já pensou se no mundo existisse só música considerada boa e inteligente? O que ia ser desse povo que precisa se sentir melhor que os outros?

 

E o Radiohead está aí pra provar que o computador serve a todos os princípios artísticos que puder.

 

Em homenagem aos valores musicais de Lady Gaga, um cover respeitável de Poker Face na série Glee.

 

 

Dobrado Por Henrique Haddefinir às 17:56
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Domingo, 23 de Maio de 2010

Glee está Gaga

Gaga está em alta por aqui hoje. Atenção, o promo do Glee com as musicas dela está aqui. Preparem-se!

 

 

Dobrado Por Henrique Haddefinir às 02:54
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Domingo, 2 de Maio de 2010

Glee

 

“The Power of Madonna”

 

Poder.

Com essa palavra a diva do pop, a maior delas, poderia ser descrita e conceituada. Poder. No seu sentido completo, regado de audácia, atrevimento, ambição e arrogância. Ao passo em que ninguém é capaz de ver o alcance do quanto todo esse poder movimenta uma engrenagem monetária e emocional, Madonna continua completando seu reinado de camadas de sucesso e prestígio.

 

A mais nova camada é um episódio todo dela na série Glee, o novo hit da televisão americana, e que em sua primeira temporada já acumula um perigoso excesso de elogios e expectativas. Não que não seja merecedora disso, pelo contrário, a série reúne de maneira irônica e ao mesmo tempo contemplativa, todos os clichês do universo das séries adolescentes e faz isso usando de muito humor, criatividade e com muita música. Os números às vezes lembram a inverossimilhança do High School Musical, mas é uma impressão que pode ser refutada com uma constatação óbvia: em todo musical que se preze, há aqueles diálogos cantados que surgem do nada e causam um desconforto constrangido. Em High School Musical tínhamos que aturar a canastrice dos atores, aqui em Glee aturamos também, mas pelo menos ninguém está se levando a sério demais. Os personagens têm muito carisma e a edição é esperta e se comunica muito bem com o espectador.

 

Pois bem, no ano passado, quando a série começou a se consolidar, Madonna, que não é boba nem nada, divulgou uma nota dizendo que liberaria suas canções para serem executadas ao bel prazer dos produtores, que ganharam beijos na boca dos executivos do canal, que assim não precisaram pagar os direitos ostensivos da cantora. Sabiamente, esses mesmos produtores afortunados resolveram não atropelar os bois e decidiram-se por preparar o episódio para depois do hiato de cinco meses pelo qual a série passaria esse ano. O resultado foi positivo. Seguro, o criador Ryan Murphy nos presenteou com quarenta e cinco minutos de puro deleite pop.

 

 

Sue é a personagem que traz Madonna para o contexto da série, obrigando o diretor (com chantagem) a executar as músicas dela pelo corredor da escola. A idéia já é incrível, já que as tramas se desenrolam com Rain, Frozen e outras canções rolando pelo ambiente. Mas se não bastasse termos Madonna em sua própria voz pelos corredores (e numa sequência incrível com as líderes de torcida ao som de Ray of Light), temos também os números livres. Começamos com uma ótima reunião das meninas cantando Express Yourself. Embora seja um daqueles números totalmente inverossímeis, cheios de figurino e coreografias que jamais teriam sido montadas por um coral de colégio, empolga e já mostra que a partir dali as canções vão permear o episódio não só como alegoria, mas tentando sempre fazer parte do contexto da trama. Sue, que traz a diva para a trama, ganha uma impressionante réplica do videoclip de Vogue. Com direito a Kurt unindo-se aos bailarinos numa performance admirável. Nesse ponto, você que é fã da série e da Madonna, já está aos pulos no meio da sala. Então vem o dueto de Kurt com Mercedes ao som de 4 Minutes. Outra admirável preocupação do roteiro com a música atual da cantora. As líderes de torcida se juntam novamente para a coreografia e com uma orquestra de trompetes fabulosa, dão um tom quase épico à canção. Temos um tempinho pra descansar com a sequência bobinha dos casais ao som de Like a Virgin, um deslize do roteiro, que aqui não consegue disfarçar a criação da tensão apenas para o encaixe da música. Passamos para a linda versão de What it feels like in this world for a girl? com os rapazes arrasando nos vocais, e terminamos com uma apresentação de Like a Prayer que dá um tiro na cara de qualquer detrator da série. Com exceção da bobagem feita com Open Your Heart sendo cantada por Rachel e Finn de uma maneira que focava-se apenas em agradar os fãs de Vannesa Hudgens e Zac Efron que assistem a série, o episódio termina com você dançando, cantando e percebendo que a TV te fez feliz por quase uma hora sem você nem se dar conta disso.

 

A figura pessoal de Madonna não tem importância para a série, mas é pincelada com muito bom humor pelo roteiro, com destaque para Sue chamando a diva de vadia, para Kurt fazendo ironia com a Cabala e chamando Madonna pelo sobrenome. Um sobrenome que ganhou a mídia depois que Christopher Ciccone lançou um interessante livro sobre ser irmão da maior cantora pop do mundo. Um livro que mostra muito bem as duas faces da atual Senhora Jesus Luz. Sue inclusive cita a famosa passagem da vida de Madonna, quando largou tudo e foi para NY apenas com coragem e 35 dólares no bolso. Passagem essa desmentida por seu irmão no livro. Christopher afirma que a irmã penou um pouco na Big Apple sim, mas que nunca foi desamparada pelo pai.

 

Assim, Glee entrou na segunda parte de sua primeira temporada com força total. As expectativas foram cumpridas, mas não sabemos como será o desenrolar da trama daqui pra frente, agora que a vertente musical da série começou a engolir o interesse do espectador com voracidade. A preocupação maior é que a história caminhe junto com a música e que esse caminhar mantenha a qualidade de ambos. Roteiro e partitura. Se tudo for feito agora, não tardará para Glee entrar num infeliz ostracismo criativo. O que sinceramente não torço para que aconteça. Perderei Lost em três semanas, preciso de um novo elixir de alegria televisiva. Agora e já!

 

Aqui, um trecho histórico do episódio, com direito a um hip de Sue que tem tudo a ver com o espírito do programa.

 

 

 

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Dobrado Por Henrique Haddefinir às 23:47
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Domingo, 18 de Abril de 2010

Glee in Vogue

 

Depois de abalar ganhando prêmios e altas colocações em listas de melhores séries, Glee marca mais uma vez seu território com um episódio focado só em canções de Madonna. O criador Ryan Murphy tem uma bananosa nas mãos: as expectativas em torno do episódio são tão grandes que vai ser difícil cumprir.

 

Dia 20 nos Estados Unidos e de madrugada num link perto de você.

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Dobrado Por Henrique Haddefinir às 23:34
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Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

Glee

Finalmente eu consegui (graças ao meu amigão Fabrício) assistir aos primeiros episódios da série Glee! E apesar de todos os clichês e recorrências, o negócio é encantador! Os personagens te ganham, as músicas de empolgam e você esquece até o absurdo de os números serem tão perfeitos com tão poucos ensaios.

Quando a temporada acabar prometo uma resenha completa, mas antes tenho que dizer que KURT É TUDO!!! e que o pai dele é lindooo!!!! Os seriados americanos sabem falar sobre os gays. Não é aquela coisa de novela brasileira onde todo gay tem que se envolver com uma mulher.

Aqui um vídeo do episódio onde Kurt dança Single Ladies e é flagrado pelo pai gostosão dele.

 

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Dobrado Por Henrique Haddefinir às 00:33
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