3 comentários:
De Vamos ver a 30 de Julho de 2005 às 08:45
É Henrique concordo com você plenamente, o que nós podemos fazer, somos meros mortais aprendendo ou tentando viver nesse mundo confuso e cheio de dores. Realmente a Diana é a diferença e também aposto muito em sua carreira e na pessoa que ela é.
Sei que nós já vivemos já vivemos muitas coisas juntos para mim isso é muitos bom, porque sempre aprendi muito com meus amigos e vou sempre aprender muito com essas pessoas maravilhosas que estão ao meu redor. Apesar de todos as brigas e contradições, sempre chagamos a um bom senso. Saiba que para mim você e uma pessoa muito especial, de coração mesmo, tipo assim TUDO DE BOM CARA !! he he
Te adimirar muito. Beijos Ana Beatriz
De Anonymous a 30 de Julho de 2005 às 18:53
Meu Deus, Carlos Henrique, que lindo! Ta certo que eu ando meio metida, mas não mereço tanto! Agora fiquei até sem fala. Eu... eu não sei o que dizer... eu acho que não é tudo mérito somente meu, também tive mestres que me ensinaram a humildade, mestres que me ensinaram a ouvir. E, mais do que isso, levei muito na cabaça. Esses golpes foram os meus verdadeiros mestres. E, diferente de muitos que reclamam e almejam o poder, eu já vivi sem o teatro, sem poder ensaiar, sem poder estudar um personagem. Aqueles que “amam os holofotes”, como diria o Mário, nunca viveram sem eles, mas como já vivi sem teatro, eu sei o quanto dói, o quanto isso é vital para mim. E, há onze anos atrás, eu fiz uma opção: viver para o teatro. Isso é tudo. Uma atriz deve viver da dedicação e observação, não importando se isso traria ou não grandes personagens, grandes performances. Mais importante do que o papel de Ofélia é estar no elenco. É contra a minha natureza ser humilde, mas pelo teatro vale a pena, tudo vale a pena. Com a humildade, conseguimos muitas coisas, que, talvez, nunca conseguíssemos com a arrogância. Bem, esse comentário vai ser longo, mas, uma vez, quando eu não podia fazer teatro, um professor meu, de filosofia, me contou uma historia que é verídica, sobre águias, isso faz parte da ecologia delas. Uma águia vive, em media, 70 anos, mas depois de 30, 35 anos, suas asas começam a perder as forças, seu bico reto começa a ficar curvo e suas garras curvas começam a ficarem retas. Quando isso acontece, ela faz um ninho na montanha mais alta que encontra, para que não precise voar grandes distancias. Ali, ela bate, na rocha, seu bico até destruí-lo, para que, depois, cresça um bico novo, reto, forte. Depois ela destrói as garras, para que estas também cresçam mais uma vez, fortes e curvas. Por fim, destrói as asas, para que nasçam novas asas e ela possa voar mais alto e mais longe do que antes. Depois de completada essa renovação, ela voa para viver mais 30, 40 anos bem-vividos. Dói muito destruir seu próprio bico, suas garras e suas asas, mas nada se comparar à sensação de poder voar novamente. Para finalizar, amigo, gostei da citação do Josh Groban que você colocou aí. Uma vez, depois de ter perdido um dos personagens, ano passado, que ficou pouco tempo nas minhas mãos, eu cheguei em casa e postei no meu live journal: “Algumas vezes, temos que segurar a vela do nosso amor, para, depois, poder levá-lo para a cama. Portanto, ‘just let me fall’”. Amigo, muito obrigada, de coração. Sinceramente, espero, um dia, que possamos voar juntos. Obrigada por tudo. Te adoro, amigo!
Diana, sua amiga agradecida.
De marianabarcelos a 1 de Agosto de 2005 às 20:53
è...desejo asas a todos que a merecçam, melhor, desejo que aprendam a bate-las. que bom que com a Diana foi assim, ela não só aprendeu a bater as asas, como também nunca as prendeu...Isso é fascinante em um lugar de "macacos treinados" e adestradores adestrados.
"let me fall"
Beijos, Mariana

Comentar post