Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008

Pet Child

Publicaram as primeiras fotos dos bebês de Jolie e Pitt. Dizem inclusive que eles foram photoshopados. No entanto, nada é tão maravilhoso quanto os nomes das crianças, que num futuro próximo, podem lançar slogans incríveis e economizar muito em publicidade.

 

 

 

Eu comprava!

 

Dobrado Por Henrique Haddefinir às 22:57
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Porque eu não Cago??

Cá estou eu ultrapassando meu horário de trabalho para poder fazer um favor aos patrões... No fim das contas eu acabo ficando de qualquer jeito. Mesmo que não queira. É aquela coisa... Eu não sou aquele tipo de pessoa que consegue faltar ao trabalho e esquecer até de ligar o telefone pra não ser incomodado. Se eu faltar, passo o dia achando que justamente naquele dia, alguma merda vai acontecer.

Então por isso estou aqui. Cansado, faminto, entediado e chateado. Mas se eu for pra casa, fico pior.

Isso é justo?

Às vezes eu queria tanto ser como aquelas pessoas que cagam pra tudo. Ontem eu e meu namorado brigamos. Ele me magoou muito. Mas mesmo assim, eu tentei me resignar. Ele no entanto, saiu a pé pelas ruas do bairro (que não são nada seguras, aliás). Eu devia ter cagado pra isso. MAs cadê que consegui? Lá fui eu, andei por quadras e quadras atrás dele, imaginando as piores coisas. Não o encontrei. Voltei pra casa. Depois de uns minutos, ele voltou. Tentei conversar e ele foi irônico e cínico. Eu perdi a cabeça e acabei quebrando um jarro. Eu devia ter cagado pra reação dele diante disso... Devia mesmo. Mas caguei? Não! Não!! Eu nunca cago!

Terminei a noite limpando a sujeira que fiz. De quatro, esfregando o chão, limpando as lágrimas, como um retrato idiota e borrado de alguma mulher sofrida dos interiores desse Brasil. Ri-dí-cu-lo!!

Agora estou eu aqui... Porque que eu não caguei pros patrões? Não... Eu tenho prisão de ventre social. Eu sou um otário intestinal! É isso que eu sou.

 

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Dobrado Por Henrique Haddefinir às 22:56
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As Dobras do Homem Osmose

     - Se apega com Deus!!!
     - Com quêm?
     - Com Deus!!! Lembra dos ensinamentos de vovó? Lembra do
conformismo que caracteriza a desistência que leva todos nós a nos
apegarmos com forças supremas? Se apega com Deus!!
     - Quero me apegar é com o Willy!
     - Com quêm?
     - Willy!!
     - A baleia?
     - Claro que não!!! ELE se chama Willy!!


     Acredita? Willy é o nome da criatura responsável por essa
turbulência toda na vida de Afonso Humberto! Afonso Humberto é um amigo meu.... meio confuso tadinho.... meio patético... e totalmente gay.

     Ele ainda não sabe que contei isso aqui. Mas é que eu precisava manifestar minha indignação.

     Willy???

     Provavelmente o nome verdadeiro deve ser Wallace ou Wanderson. Ou então Wescley. Outro dia conheci um Wescley (não parece nome de chiclete?). Ele se recusou a revelar a indentidade verdadeira da criatura. Acho que nem ele sabe (o Afonso tem um vasto currículo de nomes falsos e rostos sem nomes), mas o fato que agora eu comecei a
entender o que está acontecendo.
    

     Afonso faz parte de uma turma "pseudo-comunista-artística-grotowiskiniana-verborrágica-viajada-meiocapitalista" (sempre que eu uso a palavra "pseudo" eu me sinto pseudo). E esse pessoal dele tem umas coisas de arte sem obstáculos. O que é bonito. Mas completamente surreal! Todo mundo faz tudo! E disso tudo quase não se aproveita nada. Eu acho que o tal Willy não conhece a galera do
Afonso, mas ao mesmo tempo, eu tinha certeza que ele não ia voltar com
suas reprojeções em pessoas que não correspondessem à sua expectativa
lúdica. Pois bem, eu acho que o tal do Willy tem uma paixão por
música! Algo que vai além do som propagado e simplesmente captado por
tímpanos, tão somente: acho que os interesses do Afonso pela escola de
música agora estão ficando melhor explicados. . Eu fiquei pasmo!! O
Afonso não toca nem corneta de plástico!! Mesmo assim, já é um dos
seguidores mais inflamados da banda mais popular aqui da cidade.


      O Afonso sempre foi assim: seu metabolismo se altera de acordo
com a circunstância passional e seu espírito modela-se livremente,
enquanto a alma se colore com as cores da aquarela estendida por suas
expectativas românticas
(metáforas plásticas... estou ficando bom...). O que quis dizer com esse floreio todo foi: O Afonso imita qualquer mané com quem dá uma trepadinha!

      Afonso já foi tudo na vida!! Já entrou em todas as religiões conhecidas pelo seu círculo social e nas que não entrou ainda, faz sempre uma atualização de informações pra garantir estar por dentro se a hora chegar. 

     

Acho que o teatro foi a única coisa que o Afonso fez por
ele mesmo (embora tenha sido também pra se integrar com os
"pseudos-uma-porção-de-coisas"), mas ele cismou que vai entrar na tal
banda e eu estou só aqui pra ver no que vai dar!


      Eu podia dedicar, inclusive, posts inteiros sobre o poder
hipnótico que esse tipo de banda exerce sobre os moradores da minha cidade.
Não sei é por causa da banda, ou se é por causa do que ela representa.
Se é por causa do vocalista desgrenhado (que podia estrelar "Hair"...
Sansão deixou herdeiros...) que canta muito bem e incorpora bonito
aquela maneira de pegar no microfone com um braço e deixar o outro
braço naquela posição de derrame parcial (não é uma crítica, mas
também não é um elogio), se é por causa de seu repertório
"música-de-periferia-engajada-que-agora-é-tema-de-playboys-em-seus-conversíveis-envenenados"
ou se é porque a juventude quer mesmo é criar ídolos pra rotular
comportamentos. O fato é que todo mundo canta "O Rappa" e depois vai
ver "Malhação". Todos cantam os desfavorecidos e depois vão comprar
celulares em shoppings. Todo mundo acha que cumpre seu papel social ouvindo hip hop e vendo "Cidade de Deus", mas a verdade é que a mais nova tendência em
Paris (ou na Barra da Tijuca, se formos atualizar e situar
geograficamente melhor as regras) é gostar de música engajada!

     O mais engraçado, contudo, é que eu não sei até onde a elite atraiu isso

ou até onde a periferia ainda acredita que o modelo confortável é o da
elite. Será mesmo que a periferia quer continuar sendo periférica? Ou
espalhar sua cultura é expandir territórios? Bem, o Falcão namorou a
Deborah Secco. E o vocalista desgrenhado do "Atalho de Barro" (atalho
de barro é o nome da banda), desfila por aí constantemente com seus
troféus de cabelo tingido... Enfim... Tomara que eu esteja sendo
radical.
    

      Tudo que eu queria era que Afonso equilibrasse o seu compromisso com a
fantasia e que ele fosse suficiente pra ele mesmo. Isso é o que quase
todo mundo faz. Mesmo assim, eu admiro a capacidade dele de ainda
acreditar nas pessoas.

      Agora ele se arrasta em busca das migalhas que
sua paixão e seu destalento vão deixando pelo caminho. Mas eu tenho
esperanças num roteiro mais original, que não inclui fracassos,
rejeições, perdas e osmoses. Infelizmente ele ainda vai chorar muito
pelo "Vai-Willy!!" e de sobra vai ouvir como trilha as batidas de uma
percurssão qualquer, embalado pela voz abafada que canta os desabores
sociais, transformando isso em formação de opinião e raça. Mas tudo
bem... quando o show acaba todo mundo liga pro pai e volta pro lar
doce lar. E quase bate o carro no trajeto, afinal de contas, o som automotivo do carro é um DVD onde está sendo executado, estridentemente, o clip novo de algum

rapper qualquer.

      Afonso ontem comprou um chapéu novo. Comprou uma calça xadrez. Se inscreveu na aula de violão.... "Willy" vai se orgulhar dele. É tudo que ele quer.
   

Dobrado Por Henrique Haddefinir às 00:05
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Domingo, 3 de Agosto de 2008

Subject: Lost (relatórios transitórios)

Level One:

Uma ilha aparentemente comum chama a atenção de um grupo de cientistas de vanguarda que buscam material não convencional para suas pesquisas de campo. Essa ilha, descoberta sem razão aparente, tem propriedades peculiares que incluem força magnética extrema e localização desconhecida. Interessados em pesquisas também de razão social e psicológica, esses cientistas decidem criar uma base de operações, dividida em várias estações e que nomeiam de "Iniciativa Dharma".

Depois de construída e de entrar em operação, a Iniciativa inicia um grande trabalho de exploração do território dessa ilha, que se mostra cada vez mais rica em descobertas inusitadas e acontecimentos não plausíveis. Um deles, diz respeito à habitação nativa. Até então considerada totalmente improvável pelos pesquisadores.

A primeira tentativa de aproximação se mostra frustrada. Logo os pesquisadores percebem que esses "outros" habitantes da ilha não deixarão seu território. E mais adiante, acabam entendendo também que a divisão do território também não será possível. 

Por fim, uma guerra começa entre a Iniciativa e esses moradores. Esses "outros" têm um trunfo desconhecido: Um jovem, filho de um dos operários da Iniciativa.

Sonhos, visões, previsões e atmosferas, separam esse jovem do resto de seu grupo. É aí que Benjamim Linus, toma a grande decisão de se tornar um desses nativos e assim, encontrar algum sentido pra sua vida.

Pra se tornar um dos moradores nativos da ilha, Benjamim só precisa fazer uma coisa: livrar a ilha de toda a iniciativa Dharma. E é isso que ele faz.

Numa bela tarde de verão, Benjamim asfixia com um gás venenoso toda o contingente de pesquisadores da Iniciativa. Os nativos e ele próprio, se protegem com máscaras e a ilha é novamente propriedade única de quem já estava nela quando os cientistas chegaram.

O único problema é que se os cientistas conseguiam chegar e sair, e outros podem encontrar a ilha também.

Os nativos então tomam a decisão mais extremada de todas: mover a ilha. Com isso, a localização dela fica impossível novamente. No entanto, aquele que a move é transportado pra fora dela e encontrá-la de novo se torna absolutamente impossível. O nativo destinado a executar tal tarefa é o líder escolhido.

Quando fica decidido que o jovem Benjamim tomará a liderança após a movimentação da ilha, o líder até então, o apaixonado Charles Widmore, faz o que o cargo lhe ordena e move a ilha, sendo transportado pra fora dela e condenado a nunca mais vê-la novamente.

Dessa forma, Benjamim toma seu lugar e a ilha é esquecida novamente na imensidão do oceano.

 

Level Two:

Imagine um universo muito particular, que incluísse muito poder e a detenção de muitas das maiores respostas do universo. Quem quer perder isso? Charles Widmore não quer. Após cumprir com sua tarefa de mover a ilha e fazer com que ela ficasse perdida para o mundo novamente, Charles começa a tentar viver uma vida comum. No entanto, ele nunca consegue esquecer do desejo de voltar, de ter de volta o que era seu, de ser o líder dos seus novamente. E secretamente, começa a tentar encontrar de novo uma maneira de localizar a ilha.

Charles tem uma busca quase totalmente infrutífera. Até que descobre uma leve pista. Nessa mesma época, sua filha está envolvida com um homem que Charles detesta mortalmente. E unir o útil ao agradável parece ser o melhor a fazer.

Charles então envia o indesejado namorado da filha, Desmond, para uma missão que se disfarça de simples regata e é na verdade uma armadilha.

Sem que ele mesmo saiba disso, Charles consegue sucesso e Desmond, situado perto de uma rota possível até a ilha, acaba indo parar nela, onde é resgatado pelo último sobrevivente do ataque à Iniciativa Dharma. Esse sobrevivente faz parte de um projeto isolado da Iniciativa e só sobreviveu porque ficava isolado da superfície da ilha numa estação subterrânea. Toda vez que sai, Kelvin, esse sobrevivente, usa uma roupa anti-contaminação, porque acredita que a ilha mata todos os que circulam por ela sem uma proteção.

Desmond é levado pra dentro dessa estação subterrânea e é ensinado por Kelvin que pra sobreviver até o resgate chegar, eles precisam cuidar pra que a ilha não seja destruída e isso inclui levar a experiência da Iniciativa Dharma adiante. Os dois precisam, a cada 108 minutos, digitar uma série de números num computador. Se não fizerem isso, toda a ilha irá pelos ares. Desmond se convence e com isso, o tempo passa pros dois.

 

Level Three:

Três anos após a chegada de Desmond, ele jamais viu o exterior da ilha. A relação entre ele e Kelvin, apesar de tensa, segue sem incidentes. Isso até o dia em que Kelvin se desequilibra emocionalmente e decide que vai usar o barco por onde Desmond chegou, para tentar fugir. Desmond se apavora com a idéia de ficar sozinho e mesmo com a ameaça de contaminação pelo que ele acha que paira sobre a ilha, segue atrás de Kelvin. Os dois brigam. Os 108 minutos começam a chegar ao fim.

 

Um grande zumbido e um grande estrondo ecoam pela ilha. Kelvin acaba morrendo. Desmond volta correndo para a estação para digitar os números, mas sem que ele saiba, um grande impulso eletromagnético é emitido e o vôo 815 da Oceanic, que passava por ali naquele instante, é atingido.

 

Level Four:

O vôo 815 sofre uma pane imediatamente, se parte ao meio e cai com a cauda na água e com a frente na selva. Ambos separados por quilômetros. Dentro do avião, alguns sobreviventes de importância vital pra ilha. Sobretudo John Locke, um paralítico que recupera os movimentos e que parece ter encontrado na ilha a razão de sua existência...

 

CONTINUA

 

 

Dobrado Por Henrique Haddefinir às 22:34
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Como assim??

Declaração de Gillian Anderson numa entrevista sobre o longa de Arquivo X:

 

Na verdade, quando começamos a gravar eu havia esquecido completamente que tive um filho na série (risos). Quando me lembraram deste fato, eu disse: "Mas o que aconteceu com ele?" Foi meio embaraçoso (risos).

 

Que ela estava completamente dispersa na nona temporada da série, eu sabia, mas que nem se lembrava de ter parido, aí já é demais! Nessas horas dá vontade de matar esses atores que fazem pouco daquilo que os tornou o que são.

Podia ter ficado caladinha.

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Dobrado Por Henrique Haddefinir às 21:46
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