Segunda-feira, 26 de Abril de 2010

Lost 06X13

 

Lost - "The Last Recruit"

 

O título já me animava: o último recruta poderia ser a chave para a resolução de algum dos mistérios restantes dessa temporada. Definitivamente a questão agora parece não ser mais definir coisas a respeito da ilha e sim das linhas temporais jogadas na história e que ganharam seu apogeu no sexto ano. Algo sobre a realidade paralela afeta a ilha e acho que isso junto com a verdade sobre Jacob e Locke Esfumaçado devem ser o clímax do fim.

 

Finalmente a ilha e a realidade alternativa caminharam num mesmo sentido. A reunião dos personagens em ambos momentos foi bem animadora. Mesmo sem nenhum esclarecimento, já que vimos um claro episódio de preparação, o senso de continuidade que tanto faz bem em Lost está de volta, mostrando que conduzir a história é a especialidade desses caras. O grande acontecimento essa semana foi mesmo a idéia de que Jack seja o tal "último recruta" do "homem de preto", o que seria uma grande e digna virada para esse personagem.

 

O retorno de Claire ao grupo principal foi bacana, embora eu ache mesmo que só na realidade alternativa que a permanência dela na série faz algum sentido. O mesmo para Sayd que não chegou a lugar algum até agora. O intrigante no momento é pensar o quanto a informação de que algo mais existe além da realidade alternativa pode causar nos personagens. Quer dizer, Jack tem um filho lá. Como a possibilidade de que talvez tudo aquilo não seja real pode vir a afetá-lo? Essa semana li uma entrevista dos criadores dizendo que tinham dois planos para a Juliet, no caso da atriz Elizabeth Mitchel não poder voltar por causa da série "V". Como a série não saiu do ar, ela não pôde voltar e o papel de Juliet na história teve que ser revisto. Uma pena, porque acho que ela talvez tivesse muita importância para a trajetória de Jack fora da ilha. Ainda acho que era ela a ser a mãe de seu filho.

 

Tivemos Locke Esfumaçado dizendo finalmente o que todos sabiam: que ele era o pai do Jack. Tivemos Sun e Jin se encontrando de novo. O textinho açucarado foi desnecessário, mas vamos dar à série do direito de ser piegas às vezes.

 

O final deu a entender que mais coisas sobre as alianças vistas até agora podem estar mal resolvidas. Ao passo que em Locke recrutou Jack, ele perdeu Claire e Sayd. Todos esqueceram de Miles, Ben e Richard no meio da selva e até agora não sabemos porque tudo vai convergir na ilha Hidra, que não merece essa honra de ser o cenário do fim.

 

Faltam quatro agora. Apenas quatro. E semana que vem, depois de conhecer " The Last Recruit", vamos conhecer quem é "The Candidate".

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Dobrado Por Henrique Haddefinir às 01:32
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A Paz que eu Tanto Quero

São 19:11 aqui no porto de Imbetiba em Macaé. Acabei de chegar para o meu último dia de turno de trabalho. Sinto uma quantidade absurda de sentimentos conflituosos. É como se eu sentisse tudo de ruim e de pior ainda ao mesmo tempo, pincelados com segundos de otimismo que não duram  suficiente para que eu me sinta 100% seguro do que eu estou fazendo agora.

Foram seis anos trabalhando no teatro popular. Depois de uma infinidade de percalços e equívocos, medos e preguiças, somente aos 24 anos eu consegui o meu primeiro emprego. As coisas comigo sempre funcionaram assim: tarde demais.  E quando elas aconteceram parecia que tinha sido da maneira perfeita. Um emprego com horários fáceis, num ambiente agradável e cheio de charme. Ser bilheteiro era uma vitória para mim numa época em que tudo que não parecia era que eu ia me aprumar na vida. Agarrei-me com unhas e dentes naquela oportunidade. E por lá fiquei... até semana passada, quando me desgarrei violentamente daquele mundo e pareço viver numa realidade paralela desde então.

Estou trabalhando num setor administrativo que lida com embarques e desembarques da Petrobrás. Falando em termos teóricos, é um emprego invejado por muita gente, mesmo que ganhando menos do que poderia ser considerado bom, eu tenho muitos benefícios como planos de saúde, seguro de vida, cartões de transporte e alimentação. Enfim, tudo aquilo que faz o pobre sentir-se seguro. Mas na prática, é um emprego com doze horas corridas diárias trancado dentro de uma sala, com homens que embora sejam corretos e de bom coração, se afastam em muito da realidade a qual estou acostumado.

O primeiro dia foi horrível. Eu tentava me concentrar no aprendizado mas tudo que conseguia era me sentir um inútil. O trabalho acontecia naturalmente a minha volta e o tempo todo era como se eu fosse uma cadeira na sala. Todos passavam por mim e não me viam, enquanto eu tentava sufocar angústia com sorrisos amarelos e risadinhas nervosas. Chorei, não vou negar. Chorei mesmo. Quando cheguei em casa era como se o mundo tivesse desabado na minha cabeça.  Depois de tantos anos exercendo a mesma função... tão ciente de tudo que você deve fazer para resolver problemas... ver-se tão inseguro quanto uma criança no primeiro dia na escola é insuportável. Tudo parece errado. Você só consegue pensar no quanto era feliz e não sabia e no quanto teme por seu futuro. Ficar é ruim. Manter-se onde estava também. Voltar atrás não é uma opção, afinal você não quer fracassar na sua decisão, mas ao mesmo tempo você não consegue pensar em outra coisa que não seja na paz que precisa ter pra voltar a respirar aliviado.

Piora quando começam a vir os pensamentos de perda. Você perdeu a segurança, a paz, e perdeu algumas das perspectivas que tinha antes. Eu, no meu sonho de arte, tinha no trabalho na bilheteria do teatro, um flerte com o universo que permeou todas as minhas fantasias. Agora, dentro de um escritório, cheio de pressões, longe de tudo que conceitua a arte, parece que estou desistindo totalmente desse sonho. Por mais que eu saiba que não há outra alternativa pra mim, reconhecer e aceitar que sua sorte e seu pretenso talento não te levarão onde gostaria de ir, é duro.

Daqui a três anos termino a faculdade de Letras. Penso que talvez até lá os ventos mudem novamente, como mudaram agora, e que eu possa me sentir melhor. Não sei até quando eu permanecerei aqui. Quero tentar e quero conseguir. Mas não quero virar um fantasma burocrático. Ainda quero sonhar. Preciso sonhar. Sonhar faz parte da minha paz... da paz que eu quero e tanto necessito.

Dobrado Por Henrique Haddefinir às 01:31
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Sábado, 24 de Abril de 2010

Belinha Play

 

Kristen Stewart apareceu assim na mídia.

Os fãs da saga Crepúsculo (com a qual me decepcionei imensamente no terceiro livro) podem achar que ela e Robert formam um belo casal, mas que ela está com cara de fanchona, ô se tá!!

 

 

- E aí eu fico como?

Dobrado Por Henrique Haddefinir às 02:23
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Alice in the Colorland

Porque será que algo me diz que isso parece extremamente forçado e pasteurizado? Burton parece uma caricatura de sí mesmo ou é impressão minha?

 

Dobrado Por Henrique Haddefinir às 02:16
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Lost 06X12

 

 

           

Lost

"Eveybody Loves Hugo"

 

 Uma semana depois dos eventos de inversão do episódio centrado em Desmond, onde ficamos sabendo que a realidade paralela poderia não ser na verdade apenas mais um adorno decorativo para essa última temporada, mas sim um mecanismo de engrenagem para que entendêssemos o destino da ilha (mostrado no teaser do início da temporada), temos mais um episódio de transição. Embora de conteúdo relevante, ainda assim um episódio de transição. O que é estranho, já que estamos a uns sete episódios do final.

           

O flash sideway de Hurley não poderia ser de outro jeito: pitadas de Libby estavam por toda a parte. A personagem é curiosa. Quem gosta de delegar a Rodrigo Santoro o posto de irrelevância principal no período em que esteve na série, se esquece que pelo menos ele teve um flashback, Libby nem isso. Apareceu em flashbacks alheios e tirando o episódio de sua morte, tinha falas rasas e aparições apáticas (atualmente temos Lapidus nessa categoria também). Mesmo assim, caiu no gosto do público quando se apaixonou por Hurley e sua morte foi mais lamentada do que a Ana Lucia, que teve mais importância para série do que ela. A morte de Ana Lucia, embora com cara de punição dos roteiristas, teve seu significado cármico para uma personagem tão complexa. A de Libby não, ficou com cara de precipitação e fugiu da regra implícita da série para personagens que não devem morrer se não tiverem seu papel definido na ilha. Talvez por isso ela sempre tenha sido uma opção de retorno e nessa última temporada ganhou mais destaque.

           

Seu encontro com Hurley era de se esperar, assim como o fato de que teria de ser ela a trazê-lo para o núcleo das dúvidas sobre a realidade alternativa. No entanto e sobretudo, Libby tinha que cumprir seu karma com Lost e dar aos espectadores da série algum tipo de justificativa para sua existência. Mesmo que essa justificativa fosse apenas com relação a outro personagem.

           

O episódio foi bem bacana. Hurley sempre imprime uma dose bacana de credibilidade às histórias. Sua fatia de realidade alternativa não teve nada de equívoco e correu singela e agradável durante todo o episódio. As coisas na ilha sim é que ainda continuam confusas e indetermináveis. Os criadores da série ainda não conseguem definir qual o ponto de tensão principal para esse fim e ficam oscilando entre episódios da briga Locke-esfumaçado x Jacob ou da briga Ben X Widmore. Enquanto todos sabemos que uma definição precisa acontecer para tornar o final coeso.

           

Tivemos a morte de Ilana. Mais uma daquelas mortes repentinas que tornaram a série conhecida. A maneira não foi lá muito original, mas ter alguém explodindo em Lost é sempre bacana. A cara de todo mundo depois que a pessoa vira carne moída é imperdível. Depois tivemos a morte (?) de Desmond, que chegou à ilha desesperado e depois ficou com aquele sorrisinho “eu sei de tudo” que tanto me irrita. Locke-sinistro jogou ele no fundo do poço e não sei o que é pior: ele sobreviver com uma explicação inacreditável ou ele morrer sem dizer a que veio.  A explosão do Black Rock também fecha um ciclo, mas continuo sem entender porque raios eles só podem impedir o avião de decolar com dinamite. Concordo nesse ponto com a Cláudia Croitor. Dar umas porradas, um tiro ou provocar um curto no painel de controle já não seria suficiente?

           

Terminamos o episódio com a galera se reunindo no acampamento do Locke-Família Adams e justo quando Sun chegou, Jin saiu. Tem que tomar cuidado pra não virar pastelão. Ainda mais com a Claire naquela peruca hedionda e Sayd com cara de “cego de novela”. Os dois sim é que já deviam ter explodido faz tempo. Acho que chegamos num ponto em que certas coisas se tornaram injustificáveis e se uma limpeza de arestas não acontecer já, o final perde terreno para as justificativas desimportantes e uma série como Lost não pode se dar a esse luxo.

 

            Ah, e teve a volta do Michael, provando que não foi Harold Perrineau que se recusou a retornar à série. Teve gente que não gostou da explicação que ele trouxe, mas eu não achei nada preguiçosa. Achei muito coerente. Só achei que já poderíamos ter descoberto que os sussurros eram os mortos há mais tempo. Assim não teríamos que aturar as críticas. Essas sim muito preguiçosas, já que não se dão ao trabalho de analisar o fato de que os sussurros não poderiam ser outra coisa.

 

            E porque cargas d’água Desmond atropelou Locke na realidade alternativa? Será uma maneira de fazê-lo perceber alguma coisa?

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Dobrado Por Henrique Haddefinir às 01:56
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Apenas uma??

Do Blog Legendado

"Criadores de Lost sobre o seu final"

 

 

“Nas temporadas anteriores era muito claro que isso aconteceu antes, aquilo aconteceu depois. Agora você assiste e pensa: ‘Eu não sei quando isso aconteceu, porque as coisas estão diferentes’. Não é apenas o que aconteceria se o avião tivesse aterrissado; agora Jack tem um filho e há mudanças. O público está dizendo: ‘Espero que eles expliquem a relação entre essas duas histórias’, e isso, para nós, é a única resposta que estamos devendo. No momento, os personagens são sabem que há outra linha do tempo a não ser a linha na qual eles estão. Mas se eles ficarem sabendo dos mundos paralelos, o que poderão fazer a respeito? Essa se torna a questão fundamental”, disse Lindelof.

“Ainda haverá muito espaço para debate depois que a série terminar”, acrescentou Cuse. “Vamos tentar dar uma conclusão, que esperamos ser satisfatória. Mas as questões maiores, nós reconhecemos, não são ‘respondíveis’. Para nós, desmistificar algumas das coisas que fazemos em ‘Lost’ é como um mágico mostrar para o público como o truque é feito, e nós não queremos fazer isso”

“É como quando você está com uma criança de três anos, que você rapidamente descobre que uma questão leva a outra – sempre tem um “por que” depois de cada “por que” e o único jeito de terminar a conversa é com ‘Oh, olha, Chuck E.Cheese’ [uma lanchonete com brinquedos e fliperamas dos EUA]. Por exemplo, já mostramos tudo o que precisávamos sobre os números, e vamos seguir em frente”, disse Lindelof.

“Não há uma teoria única para explicar Lost e nem achamos que deva haver. Apenas temos que vender uma boa história. Não sabemos se a solução do mistério das realidades paralelas fará as pessoas dizerem “Oh, que legal” ou “Oh, fodam-se esses caras”.

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Dobrado Por Henrique Haddefinir às 01:55
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Domingo, 18 de Abril de 2010

Glee in Vogue

 

Depois de abalar ganhando prêmios e altas colocações em listas de melhores séries, Glee marca mais uma vez seu território com um episódio focado só em canções de Madonna. O criador Ryan Murphy tem uma bananosa nas mãos: as expectativas em torno do episódio são tão grandes que vai ser difícil cumprir.

 

Dia 20 nos Estados Unidos e de madrugada num link perto de você.

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Dobrado Por Henrique Haddefinir às 23:34
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Domingo, 11 de Abril de 2010

Lost 06X11

Lost - "Happy Ever After"

 

            A função do episódio 11 dessa última temporada de Lost poderia ser resumida num único diálogo:

 

Motorista: Qualquer coisa que o senhor precise, Sr. Hume, é só pedir.

Desmond: Na verdade, há uma coisa George. Você poderia conseguir para mim o manifesto do vôo 815? Apenas os nomes dos passageiros.

Motorista: Consigo. Importa-se se eu perguntar por que precisa disso?

Desmond: Só preciso mostrar uma coisa a eles.

 

 

            Finalmente, depois de mais de metade desse caminho final, a realidade paralela ganha uma nova dimensão, mostrando que seus acontecimentos não estão, de maneira nenhuma, desconectados do que estamos vendo na ilha. E eu, com um sentimento imenso de alívio, pude ficar tranqüilo com a constatação de que Damon e Cuse não esqueceram do que tinham nas mãos: a série mais inteligente e original da história da televisão mundial.

 

            Mais uma vez, assim como aconteceu com Ab Aeterno, a história foi toda contada em flashes. O que parece que vai acontecer muito ainda até os episódios derradeiros. Embora o ritmo tenha sido lento, não podemos nos enganar, atravessamos uma linha conceitual importante aqui. E os detalhes, meu Deus, os detalhes ganham ares de perfeição quando se trata de Lost.

 

            O episódio inicial chamava-se LAX. As letras “L” e “A” se referiam claro à cidade de Los Angeles. O “X”, conhecido como um símbolo de imprecisão matemática corresponde também a fatores indeterminados, ao desconhecido e não classificado dentro de uma linha de raciocínio lógico. Nessa mesma estréia, vemos Jack ressuscitando Charlie no banheiro do avião. Não sabemos, mas naquele momento, Charlie seria o primeiro a perceber que alguma coisa não estava certa. E apenas agora, quando ele e Desmond se encontram, é que teremos certeza de que o “X” da questão se refere também ao que está acontecendo em Los Angeles e não só ao que acontece na ilha. Resolvendo os temores de que a realidade paralela fosse um adorno especial para uma última temporada, apenas.

 

            Charlie sofre e passa a fazer com que Desmond sofra também, as influências de estranhas memórias e sensações. Eloise confirma que há algo de podre naquela vida tão perfeita que todos estão vivendo ali. Ao perceber que Desmond finalmente chegou até Penny, ela se apavora com a possibilidade de que tudo seja desvendado e diz a ele: Pare. Olhe para a vida que você tem. É perfeita. Imediatamente, somos confrontados com a idéia de que todos estão vivendo as vidas que adorariam viver. Tudo que Desmond queria era a aprovação de Widmore, e ele tinha. Assim como numa análise rápida, podemos perceber que Saywer, Locke, Hurley e Jack também alcançaram coisas importantes nessa realidade alternativa. Coisas que não tinham e que queriam muito.

           

Nesse instante, pensei que talvez estivéssemos lidando com um conceito de “mundos semelhantes” desenvolvido por Stephen King, uma eterna fonte de inspiração para Damon e Cuse. Na série A Torre Negra, a comitiva de Roland é formada por três pessoas que vieram de três mundos diferentes. Os mundos são semelhantes em forma, mas diferentes em conteúdo. De maneira alguma são sonhos ou fantasias. Eles existem. Correm paralelos ao nosso. Mas o que num mundo pode se chamar Coca-Cola, no outro pode se chamar Cola Kooza.

            Amo o fato de ser um fã tão antigo de King, porque ele, em sua genialidade, construiu uma base de mitologia que ronda não só Lost como Fringe, outra grande série da atualidade. E até que Faraday aparecesse no episódio, tive certeza que estávamos lidando com algo assim. Realidades semelhantes se atritando depois que a bomba explodiu.

           

Aí veio Faraday dizer que na verdade “eles tinham mudado alguma coisa”. Ele, assim como Desmond e Charlie, esbarrou na verdade sobre seus destinos. E o que precisam fazer agora, é provocar o mesmo esbarrão nos outros passageiros. Precisamos apenas estar diante do momento em que ficará claro que o que vemos na realidade alternativa são cenas do futuro “pós episódio final”. E que a missão de Desmond é apenas mostrar que eles esqueceram a vida que precisavam realmente ter vivido. Ou não. Graças a Deus a série mantém até hoje, vivo, o espírito vindo da escolha de seu título.

 

Semana que vem teremos o aguardado episódio centrado em Hurley. Mesmo que seja uma ação intermediária novamente, estou feliz. Essa semana os criadores da série deram aos detratores de Lost a melhor resposta de todas: sempre soubemos exatamente o que fizemos e para onde precisamos ir.

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Dobrado Por Henrique Haddefinir às 18:48
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2 é bom e que venham mais....

Michael Patrick King ouviu todas as minhas preces e o novo filme da série Sex and the city vai trazer de volta.... o Aidan!!!

Trailer pra quem duvidar de mim.

 

Tem como não ficar empolgadíssimo?
E tem Liza, Samantha transando, Charlote com bundão, Stanford com suas gravatas borboletas...
TUDO!!!!!!!!!!!
Dobrado Por Henrique Haddefinir às 17:59
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Sábado, 10 de Abril de 2010

Lost 06X10

 

Lost - "The Package"

 

Outro episódio intermediário da última temporada da série. Nada de grandes revelações, nada de caminharmos com a mitologia, nada de pistas para a função da realidade paralela.

 

Quarenta minutos dedicados a Sun e Jin. Aquilo de sempre: os dois ainda sem se encontrarem na ilha e vivendo seus momentos paralelamente. Sun voltando a falar coreano um pouquinho e Jin encontrando Widmore.

 

Na realidade paralela, os dois não são casados e mais uma vez Sun mostra seu lado bitch seduzindo o bonitão e causando com isso a sua desgraça absoluta.

 

Andamos pouco na trama central. Descobrimos que Locke Esfumaçado não pode sair por aí voando sem destino. Não sabemos porque ele não pode, mas o fato é que não pode. Sabemos que Richard quer explodir o avião, mas na série tem sempre alguém querendo explodir alguma coisa. Não é novidade.

 

O tal pacote, no final das contas, é o Desmond. Parece que teremos revelações importantes no próximo epísódio. Espero que esses grandes momentos incluam a morte de Sayd que não merecia essa apatia em sua temporada final. Está claro que ele e Claire sambam num conceito criado pelos roteiristas para ilustrar uma situação. E que suas funções, a menos que algo ainda esteja por vir, já foram cumpridas. Precisamos de mortes intensas nessa temporada. Podiam começar já.

 

A volta de Desmond é trágica e importante para o fechamento de um ciclo, mas parece que seu retorno traz de volta questões científicas que já me pareciam esclarecidas com o fechamento da quinta temporada. Temo pelo que nos aguarda.

 

É isso... não tem muito o que falar sobre essa episódio centrado no casal coreano. Adoraria que o fato de não sabermos qual dos dois é o candidato significasse a morte de um deles. Uma separação brusca sem tempo para que tivessem uma reconciliação, mas infelizmente não é o que vai acontecer. Eles representam a força do amor. Viraram um símbolo disso. É assim que vão ficar.

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Dobrado Por Henrique Haddefinir às 02:21
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